One Health as hegemony dispute: An answer from the perspective of Brazilian collective health

Authors

  • Lia Giraldo da Silva Augusto Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), GT Saúde e Ambiente – Rio de Janeiro. (RJ), Brasil. 2 Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Rede Interseccional de Saúde Reprodutiva e Agrotóxicos – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-9322-6863
  • Carlos Fidelis Ponte Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Casa de Oswaldo Cruz (COC) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
  • Anamaria Testa Tambellini Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), GT Saúde e Ambiente – Rio de Janeiro. (RJ), Brasil.
  • Heleno Rodrigues Corrêa Filho Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), GT Saúde e Ambiente – Rio de Janeiro. (RJ), Brasil. Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-8056-8824
  • Marcelo Firpo Porto Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), Núcleo Ecologias, Epistemologias e Promoção Emancipatória da Saúde (Neepes) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-9007-0584
  • Karen Friedrich Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), GT Saúde e Ambiente – Rio de Janeiro. (RJ), Brasil. Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
  • Ana Maria Costa Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Universidade do Distrito Federal (UnDF), Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) – Brasília (DF), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-1931-3969

Abstract

In response to multilateral agreements and corporate interests, Brazil began to promote the ‘One Health’ (OH) approach, contradicting the explanatory model of social determination of the process health-disease, which had been developed in Latin America. The expanded concept on health underpinned the Brazilian health reform and the health chapter in the 1988 Federal Constitution, placing health at the center of social policies and enabling it to face the challenges of contemporary health crises. This essay aims to: recover the history of the OH approach; analyze possible impacts on Brazilian health policy; and warn of possible setbacks in the understanding of health like was before decades prior to 1970. To develop it, the authors conducted a documentary study on the agent-host-environment triad that guides OH to solution complex situations, but without considering that these mainly result from the exploitation of nature and bodies, the precariousness of work and territories. The authors show that OH is a repetition of past formulas and foreign interventions that disregards the sovereign health policy developed in Brazil. In conclusion: Human orientation responds in a functionalist way to the issues of zoonoses and epizootics, and its linearity makes it difficult to act on the complex processes of expropriation of nature and society, ecological collapse, and climate change.

Published

2026-05-13

How to Cite

1.
Giraldo da Silva Augusto L, Fidelis Ponte C, Testa Tambellini A, Rodrigues Corrêa Filho H, Firpo Porto M, Friedrich K, et al. One Health as hegemony dispute: An answer from the perspective of Brazilian collective health. Saúde Debate [Internet]. 2026 May 13 [cited 2026 May 14];50(149). Available from: https://www.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/11441

Data statement

  • The research data is contained in the manuscript